Fernando Rosemberg
Patrocínio
(9º. e.Book)
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AXIOLOGIA do EVANGELHO
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Introdução
Capítulo 1: Restabelecimento
do Espírito
Capítulo 2: Uma Equação
do Nazareno
Capítulo 3: Algo da
Dinâmica do Amor
Capítulo 4: Sobre a Filogenia
Espiritual
Capítulo 5: Mentalidades
do Evangelho
Bibliografia
Relação Nossos
e.Books
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Introdução
No presente de nossa
coleção, traremos à baila algumas reflexões filosóficas, espirituais e morais
extraídas do Espiritismo e do Evangelho, sendo tais, mui bem compreensíveis a
todos para se vivencia-las e praticá-las.
De qualquer modo, penso
que suas reflexões mais importantes estão grafadas nos capítulos primeiros quando
trato da ‘Reforma Íntima, da ‘Equação do Nazareno’ e do ‘Amor em Ação’ que,
afinal, são conseqüências morais do Espiritismo com Jesus, solicitando-nos
empenho em nossas lutas no sentido de adotar-se uma nova postura comportamental,
onde, como Cristãos Redivivos, a máxima do ‘Amai-vos’ deverá sobrepor-se a
tudo, incluindo, pois, o perdão aos inimigos que, por tais exemplos, converter-se-ão.
Ora, já nos instruíra
importante obra de Xavier:
“Escalemos o plano
superior instilando pensamentos de sublimação naqueles que nos cercam. A
palavra esclarece. O exemplo arrebata”. (André Luis).
É o que desejo a
todos os estudiosos e praticantes da ‘Ética Universal do Evangelho’, falada e explicitada
nos exemplos do Mestre Nazareno!
O autor: aprendiz do
Evangelho tal como você: Leitor.
*
“Com o conteúdo axiológico
desta tão simples obra, homenageio uma das pessoas mais éticas, e das mais
queridas, por sua meiguice e suavidade, com a qual tenho a felicidade de
conviver por três décadas: minha filha Priscila dos Santos Patrocínio e sua tão
expressiva mediunidade”. (frp).
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Capítulo 1
RESTABELECIMENTO DO ESPÍRITO
Os Espíritos
Superiores que vieram consolidar a Codificação da mais alta sabedoria já
disseminada na face terrena, informaram no seu Tratado Basilar: “O Livro dos
Espíritos” (AK – 1857), que a inteligência do Homem e a dos animais dimana de
um mesmo manancial, a que se pode entender como: ‘princípio inteligente do
universo’. Porém, no Homem, acrescentaram que sua inteligência recebera:
“... uma elaboração que
o eleva acima da do animal”. (Opus Cit).
Mas questiona-se:
onde estivera, ou, por onde houvera de passar a Alma do Homem em suas primeiras
fases evolucionais? E, como resposta:
“Numa série de
existências que precedem o período a que chamais humanidade”. (Opus Cit.).
Do que se questionaria:
quanto caminhara o princípio inteligente nos Seres inferiores da criação para
tornar-se digno de receber, no plano das humanidades, a inteligência contínua, o
livre-arbítrio e a consciência de seus altos destinos espirituais?
Quanto caminhara, e
quanto ainda terá de caminhar, de evoluir e de ascender para alcançar ou
louros, por exemplo, de uma Inteligência Crística, dotada de potencialidades
que escapam à nossa frágil Inteligência que apenas abrange, e toca, ainda, a
superfície das coisas, não penetrando o mais íntimo de sua natureza, ou seja: bioplasmática,
perispirítica, de essência notadamente espiritual?
Quanto, pois, ainda
teremos de crescer e de progredir pela imensidade dos Mundos, dos tempos e dos
espaços universais?
De fato, se olharmos
para trás, observamos que já caminhamos muito. Hoje, temos o conhecimento de
que o Espiritismo é, sem margem para dúvidas: a Universidade do Espírito:
Doutrina que é maravilhosamente simples em sua expressividade e maravilhosamente
complexa em sua profundidade. Sabemos tratar-se, pois, da mais bela e mais
importante Doutrina da face terrena.
E quando vislumbro a
caminhada que o Espiritismo nos mostrara, e que ainda temos de percorrer
adiante, evolutivamente, pelos mais diversos Mundos, numa escalada sintetizada
de cinco degraus ascensionais de:
-Mundo Primitivo: de
evolução já atravessada pela humanidade terrena;
-Expiações e de
Provas: de evolução planetária, hoje concebida como terminal; e já próximo,
pois, do:
-Mundo Regenerador; e,
Conquanto muito
distante ainda, teremos de percorrer, ascensionalmente, pelos milênios
vindouros, os muitos degraus dos:
-Mundos Felizes; e,
finalmente, no ápice da escalada evolucional, os denominados:
-Mundos Celestes,
sendo estes três últimos, portanto, de nossa total ignorância, conquanto nossas
intuições de suas claridades superiores e, portanto, unificadas ao ingênito
Criador.
Assim, pois, nas
experiências mesmas de um Orbe Provacional, ou, de Expiações e de Provas, já se
consegue vislumbrar alguma coisa do nosso reluzente futuro espiritual. E, com
humildade no coração, reconhecemos, desde já, nossa condição de humílimo cisco
cósmico em matéria de sabedoria, de tão alta moralidade.
E, por isto preconiza-se
enfaticamente que: o Ser humano, e, sobretudo, o espiritista, sem margem para
discussões, tem de se empenhar por sua própria melhoria; tem de envidar
esforços pela vivência cristã e pelo estudo edificante dessa maravilhosa e tão
importante Doutrina, cuja dinâmica prossegue com os mais relevantes
missionários do Mundo, os quais, no Século 20, por exemplo, nos contemplara com
Pietro Ubaldi, Francisco Cândido Xavier, Divaldo Pereira Franco, nas pessoas
espirituais de “Sua Voz”, de “André Luiz” e “Emmanuel”, de “Joana de Ângelis”,
e tantos outros enviados do Cristo, tratando-se, de fato, de uma Espiritualidade
Cósmica: síntese da Sabedoria e do Amor.
E daí, nossa urgente ‘Reforma
Íntima’, nossa constante renovação e aquisição de novos padrões mentais que,
afinal, enobrecem e ampliam os paradigmas do campo acadêmico e científico, bem
como religioso e moral. Ora, se o Mundo Primitivo representa um curso “primário” de nossas Almas, um
Mundo de Expiações e de Provas acerbas como o nosso, estará a representar, sem
dúvida, uma espécie de curso “ginasial” dos infinitos aprendizados por fazer em nosso futuro
cósmico; faltando-nos, pois, ainda:
-O “colegial”: dos
Mundos Regeneradores;
-O “universitário” dos
Mundos Felizes; e, sem dúvida alguma,
-O “doutorado” dos
Mundos Celestes que nos abre as portas, em definitivo, para os altaneiros planos
da Espiritualidade Maior, albergando e conquistando as mais altas patentes da Sabedoria
(Amor universal), e, portanto, do Sistema Espiritual Divino que nossas mentes
só podem, de momento, cogitar, ou, tão-só, e, de modo um tanto disforme:
imaginar.
O que significa dizer
que, presentemente, não somos doutores de coisa alguma. Neste Mundo inferior
ninguém é doutor em nada de nada, e, muito menos doutor em Espiritismo que hoje
principiamos conhecer, assimilar e, ao plano ético, exemplificar.
Ora, no entendimento
dos Espíritos superiores, e de Kardec inclusive, o Espiritismo é a “Ciência do
Infinito”; ou seja: Ciência de algo que não tem fim e cujas linhas básicas, de indiscutível
grandeza, principiamos adentrar.
Afirmava o maior sábio
científico terreno que:
“Uma coisa eu aprendi nessa
longa vida: toda a nossa Ciência, comparada com a realidade, é primitiva e
infantil – e ainda assim é a coisa mais preciosa que nós temos”. (Albert
Einstein - 1879-1955).
Se, pois, ainda estamos
palmilhando os primeiros momentos da Ciência dita oficial que conta já com seus
quinhentos anos, desde Nicolau Copérnico (1473-1543), Giordano Bruno
(1548-1600), René Descartes (1596–1650) - e muitos outros que surgiram nestes
últimos séculos - quanto mais não seríamos iniciantes com o Espiritismo que
conta apenas cento e cinqüenta anos desde Kardec (1804-1869) no Século 19?
“Lutemos, pois, pelo
Conhecimento; mas ao campo espiritual, envidemos esforços pela Simplicidade,
pelo Altruísmo e Caridade Cristã. Creio não ser pela soberba, e tampouco pelo
personalismo egoístico que faremos nosso ingresso aos Planos Superiores da Espiritualidade,
cujas freqüências vibratórias estamos longe de entender e de, na prática,
sustentar”. (frp).
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Capítulo 2
UMA EQUAÇÃO DO NAZARENO
Assim, pois, é de
fundamental importância reconhecer nossa microscópica, ínfima e insuficiente situação
pessoal ante a Ordem e a Grandeza universais; e, mais ainda: é de fundamental
importância atinar-se que o Espiritismo, em seu tríplice aspecto, guarda mútua
relação, e completação, com a Ciência dita oficial, ou seja: com seus numerosos
campos de atividade.
Neste caso último, só
por aí, constatamos nossa pequenez, nossa ignorância de tantos campos
acadêmicos e culturais de nossa modernidade. E tanto nós, os espiritistas,
tanto quanto eles, os chamados “eruditos”, ou “acadêmicos”, ou “doutores” disto
ou daquilo, estamos todos apenas vislumbrando o substancial das coisas, sendo,
pois, nossa visão de Mundo, deveras superficial, pois a concretude física é a
que primeiramente nos afeta, sobretudo nos planos mais baixos da evolução.
E daí nos depararmos
no plano provacional terreno com tanta ignorância e maldade, tanta miséria e
enfermidade, onde o egoístico do “ter” supera o altruístico do “Ser”, concluindo-se,
daí, que a espécie humana é coisa bem triste não atinando que Ser é mais
importante que ter. Ora:
“Jesus não tinha onde
recostar a cabeça,
e, no entanto,
dividira a história humana em antes e depois d’Ele”. (frp).
Mas somos nós, os
Espíritos humanos, suscetíveis de progresso, de melhoramentos no tempo-evolução!
E daí surge, pois, as sublimes razões do Evangelho em nossas vidas como um
moderador de atitudes, instruindo-nos a todos para o equilíbrio entre o ter e o
Ser, compreendendo-se que este tende à superação daquele, resultando-se, pois,
da astúcia e da hostilidade ora vigentes no Mundo: a Honestidade, a Concórdia, em
suma: o Bem comum.
Ora, a Instrução do
Evangelho é clara, de entendimento fácil - mas de tão difícil prática por nossa
ignorância, teimosia, maldade, orgulho, egoísmo, vaidade, e tantos outros
designativos do nosso estúpido primarismo - se destacando como uma espécie de:
EQUAÇÃO DO NAZARENO
[(Evangelho Divino)] = [(Amor Em Ação)]
E, como o Evangelho
seria deturpado pelos homens, Jesus nos prometera “O Consolador”, uma outra
revelação Sua para nos fazer recordar tudo o que Ele mesmo havia dito e feito.
Mas, o Espiritismo, como toda e grande revelação, é ainda um grande
incompreendido do Mundo, e por variada razão; sendo a principal delas por sua
perspectiva um tanto complexa, diferente, abrangendo: Ciência, Filosofia e
Moralidade Cristã que, afinal, se entrosam e se coordenam de forma dinâmica e equilibrada,
se juntando, ainda, como já citado, às descobertas científicas do Mundo,
admitindo, sempre, novas instruções, seja da Ciência mesma, seja dos Espíritos
Superiores por meio da mediunidade, entendendo esta como coisa sagrada, intercambiada
com Jesus.
Ora, o Espiritismo:
incorporando Doutrina tão ampla, tão vasta e tão complexa por nossas condições
espirituais ainda tão pouco relevantes, de Orbe Provacional, ou seja: de
resgate de Espíritos comprometidos para com a Lei, é obvio que tais
conhecimentos ainda não foram plenamente consolidados em nossas mentes infantis,
em nossa vida prática e, portanto, em nossos corações.
Mas não tarda o dia
de sua consolidação no seio das massas, pois que o Espiritismo está na natureza
mesma, e, no aspecto ético, sobretudo, não ensina nenhuma nova moral, mas sim,
a mesma e milenar Moral do Evangelho, encerrando toda uma constelação de
princípios ético-comportamentais, tais como: caridade, honestidade, humildade,
fraternidade, piedade, todas eles derivantes da prática viva do Amor ao
próximo, nosso irmão de tantas lutas pretéritas, e que ainda está conosco no
cadinho da dor, uns e outros, em provações, mas crescendo e evoluindo para sua divina
sublimação.
Ora, o Espiritismo,
na introdução mesma de “O Livro dos Espíritos” (AK - 1857, nos propicia
levantar argumentações filosóficas, religiosas e morais ao nos adiantar que: o
âmago da Ciência Espírita é a sua Filosofia Moral. Kardec elucida, pois, que a
parte científica é apenas um acessório, um meio para chegar-se a um fim, qual
seja: à parte filosófica da Doutrina que se estende ao mais alto grau da Ética Cristã:
que lhe decorre naturalmente.
Assim, temos que o
‘experimental’ de “O Livro dos Médiuns” (AK – 1861), constituindo um seguimento
natural da ‘filosofia’ contida em “O Livro dos Espíritos” (AK – 1857), irão desembocar-se
no mais importante aspecto de sua revelação: no Axiológico e Moral da Doutrina do
Evangelho.
E, por isto, tudo se
organiza e se unifica no Tríplice Aspecto do Espiritismo, sendo importante
destacar esta sua relação com o Cristianismo Puro, com o Evangelho de Jesus,
fazendo nossa re-ligação com o Criador do qual nos “afastamos” por perda de
sintonia para com a Perfeita e Justa Lei.
Assim, pois, encerro
este minúsculo, mas tão importante Capítulo, nos precisos termos de que:
“O infinito nos
espera; e onde pretendemos chegar sem humildade, sem sacrifícios, sem amor e
sem perdão? Repiso que a Equação do Nazareno nos indica o norte preciso para lá
chegarmos: no trabalho construtivo, no estudo edificante, na prática
caritativa, em suma: no Amor em Ação”. (frp).
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Capítulo 3
ALGO DA DINÂMICA DO
AMOR
Assim, pois, num Mundo inferior como o nosso, patenteia-se
que um dos grandes defeitos humanos é o de julgar pelas aparências, ou então,
pelo ouvir dizer, conjeturando, pois, sem maiores informações da coisa em si,
e, portanto, sem o objeto da avaliação que se propõe a fazer, ou, do conteúdo
que se pretende julgar.
O que é compreensível, em se tratando os terrícolas de
Espíritos em processo moroso de evolução por sua teimosia e incapacidade
mental, se ausentando, pois, do melhor, e estando aderente ao que há de pior:
ao deboche, ao preconceito, de achar que tudo sabe quando nada sabe, estando
distante, pois, dos verbos: estudar, aprender, assimilar.
E isto, infelizmente, ou não, está inserido em nosso
movimento mesmo, onde alguns elementos, mais obtusos, têm o defeito, a
precipitação e a incoerência de julgarem escritos e obras inteiras sem o devido
respaldo de se estudá-las melhor, para, então, bem embasados, estabelecerem
suas avaliações, seus julgamentos, suas críticas, sejam elas apológicas ou
detratoras, consoante uma sua melhor compreensão e razoabilidade mental.
Já vimos isto no tocante àqueles que, displicentes, e, com
arrogância, julgam sem conhecer, e, sem estudar, por exemplo, as obras do sábio
intuitivo Pietro Ubaldi. Trata-se, em boa verdade, do desonesto, mas também
asnático conceito do:
“Não li e não gostei”.
Ou, então, não gostaram por que fulano leu e não gostou, não
bem enquadrou, ou, ainda, porque discordou de alguma coisa que sua mentalidade não
enxergara, como se sua opinião fosse mais importante que a obra de Pietro
Ubaldi, que, aliás, é obra nitidamente espírita, pois o Espiritismo alberga uma
filosofia igual, e até mesmo no tocante ao Monismo ubaldiano, como já pude
tratar em diversos textos e livros digitais.
Ora, para se julgar uma coisa, sobretudo obra literária, é
preciso ler e estudar sim, é preciso debruçar-se sobre a coisa e entendê-la
sim, para depois, ou concomitante a tal, tratar de sua apreciação, sua análise
e julgamento. Afiança renomado acadêmico e sábio escritor que: “infelizmente é
o que mais se ouve (não li e não gostei) de pessoas que ostentam grande
vaidade, diria mesmo muita arrogância, coisa de pseudo-intelectuais”. (db).
Assim, pois, é preciso ter o sacrifício de comprar, de pedir
emprestado, ou, de se estudar na Internet mesmo, para se ter um mínimo de
conhecimento da coisa em si, para então, fazer suas razoáveis, mais ou menos precisas
avaliações. E, digo, mais ou menos, pois há aqueles que: mesmo lendo e
conhecendo não conhecem, parecendo faltar-lhes elementos que só as muitas
leituras, as muitas experiências no campo cognitivo, lhes podem conferir,
embasar, estruturar. Hoje, por exemplo, tenho comigo um livro do autor
espiritista Marcel Benedeti (1962-2010):
“Todos os Animais Merecem o Céu”.
(Mundo Maior Editora),
Componente, este, de uma coleção de oito livros; sendo que
neste, ao meu dispor, se pode ler:
“Este foi o primeiro livro de Marcel Benedeti que, com a
profunda sensibilidade de quem ama os animais, deu início a uma série de
relatos de temas relacionados à vida espiritual deles. A leitura agradável
conduz a esclarecimentos inéditos e conforta ao mostrar que nós e nossos queridos
animais temos a proteção dos Amigos da Espiritualidade, que nos auxiliam na
jornada evolutiva, nesta ou em outra dimensão”.
Na minha modesta opinião, penso que Benedeti, como outros
autores da questão, desenvolvem a famosa sentença de “O Livro dos Espíritos”
(AK – 1857), quando ao item 607 preconiza:
“... É nesses seres (inferiores da criação: atômicos,
minerais, vegetais e animais), que estais longe de conhecer totalmente, que o
princípio inteligente se elabora, se individualiza pouco a pouco e ensaia para
a vida, como dissemos. É, de alguma sorte, um trabalho preparatório, como o da
germinação, em seguida ao qual o princípio inteligente sofre uma transformação
e se torna Espírito. É então que começa para ele o período de humanidade, e com
ele a Consciência de seu futuro, a distinção do bem e do mal e a
responsabilidade de seus atos;”. (Opus Cit.).
Entretanto se, em seu todo, o referido livro de Benedeti é
apreciável e digno de louvor, algumas passagens do mesmo são incompreensíveis à
luz da razão, como, por exemplo, em seu capítulo intitulado: “O Incêndio”,
onde, no plano espiritual, uma Entidade, tentando compreender as razões de um
grande incêndio que irrompia em certo local, chega a conversar com um Ser que
se destacara do foco do incêndio, um Ser, pois, que era parte do fogo, da
energia que dele mesmo dimana durante sua combustão:
“... Mentalmente, o Índio (a referida Entidade) dialogou com
aquele Ser, que era pura energia. ...”. (Opus Cit.).
Ora, referida passagem não é real, e sim, pura ficção, algo
estritamente imaginado e criado pelo seu autor (Benedeti); cumprindo, pois, aos
leitores, separar o joio do trigo, ou seja, a ficção da realidade, pois que,
antes de tudo, penso que a editora do livro fora honesta o bastante para
orientar, nas primeiras páginas do mesmo, com os:
“Dados Internacionais
de Catalogação na Publicação (CIP) – (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)”,
o informe:
“1. Espiritismo 2. Ficção Espírita (sublinhados meus)”.
Ou seja, se o livro de Benedeti contém verdades, ele contém,
igualmente, um lado imaginário, pois, ficção, como se sabe, é o termo utilizado
para retratar uma narrativa imaginária, e, no caso, irreal, que fora proposta ou
criada pela faculdade de inventar, de conceber e imaginar coisas sem
fundamento, nada obstante possa conter, parcialmente, sua mistura com fatos da
realidade, e, no caso em questão, da realidade espiritual.
O presente Capítulo, pois, visa não só o fato de que devemos
ler antes de julgar, mas também, alertar o leitor sobre o que ele está lendo,
e, no caso em questão, de que ele deve analisar, de cabo a rabo, ou seja, de
capa a contracapa, o que se vai ler para não cometer injustiças e falsas
apreciações relativamente ao conteúdo do mesmo. Ora, um expressivo escritor do
nosso tempo: J. Herculano Pires, também escreveu obras de ficção científica e
paranormal, algumas até li, e muito apreciei.
Portanto, que não sejamos adeptos do tolo conceito:
“Não li e não gostei”,
E sim, que sejamos partícipes do sábio pensamento:
“Li e gostei, e agora posso com mais expressiva margem de
acerto: enaltecer ou desdourar”.
Noutros termos: se hoje existe um sem número de obras que se
intitulam ou pretendem ser espíritas, algumas pecam pela fraudulência
doutrinária clara e patente; o que não posso conferir à referida e excelente
obra de Benedeti; pelo menos desta que tenho em minhas mãos, pois as demais de
sua coleção desconheço e, portanto, nada posso argumentar.
Passemos agora, pois, à referida e importante:
*Nota Extraída do site: ANDA: Agência de Notícias de Direitos
Animais:
“Morreu hoje em
São Paulo (01.02.2010), aos 47 anos, vítima de câncer, o
médico-veterinário, escritor espírita e defensor dos animais, Marcel Benedeti.
Ele era vegetariano e dedicou a vida aos animais e a conscientizar as pessoas da
necessidade de tratar todas as espécies com respeito e compaixão”.
“Benedeti apresentava um programa na Rádio Boa Nova (Nossos
Irmãos Animais), único no gênero, que mostrava os animais como seres
inteligentes e sensíveis, capazes de compreender as nossas ações sobre eles.
Com o programa Marcel Benedeti conseguiu mudar o ponto de vista de milhares de
pessoas que se tornaram vegetarianas por simples demonstração de respeito aos
animais. Milhares de pessoas que não davam importância aos seus animais passaram
a respeitá-los e a tratá-los com a dignidade que merecem, tanto quanto nós”.
“Ainda na tentativa de ampliar a consciência nas pessoas,
criou uma associação, que tem como objetivo educar as pessoas por meio de
cursos, que envolvem o aprendizado da ética no trato com os animais. Por
intermédio da associação, Marcel Benedeti conseguiu arrecadar rações e
medicamentos distribuídos aos animais carentes, contribuindo assim
para salvar milhares de vidas animais. Certo de que a educação é o caminho
correto para uma vida melhor e mais digna aos animais e pessoas, Marcel
Benedeti defendia que ampliando o seu pequeno projeto de educação ética, se
ampliariam os horizontes da dignidade humana para com os animais. Seu objetivo
era ver os animais sendo tratados com dignidade e respeito, pois acreditava que
um crime cometido contra um animal tem a mesma gravidade de um crime cometido
contra uma pessoa”.
“Por seu amor aos animais, ele fazia consultas, cirurgias e
até dava medicamentos às pessoas carentes, que mal tinha o que comer em casa,
para que seus animais não sofressem mais”.
Eis aí, pois, um exemplo de Amor em Trabalho, Amor em Ação,
mostrando-nos que tal não se deve apenas aos nossos irmãos em humanidade, mas
sim, a todos sem exceção, e inclusive, aos nossos irmãos menores, os animais
que, no curso dos milênios, se alçará ao mesmo plano de que desfrutamos como Inteligências
superiores aos nossos irmãos inferiores.
“Eis aí, pois, um excelente exemplo do Amor em sua mais larga
acepção; exemplo para hoje e para sempre: o de Marcel Benedeti”. (frp).
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Capítulo 4
SOBRE A FILOGENIA ESPIRITUAL
Estando em oficina metalúrgica de um grande amigo (apelidado:
Badeco), notara, por debaixo de coisas diversas ali encontradiças, uma ninhada
de quatro gatinhos de pelagem negra, com duas semanas de vida, mais ou menos.
Curioso, aproximei-me deles e eles de mim, que, por sua vez,
caminhando um tanto cambaleantes e miando baixinho, se manifestavam
amistosamente à minha pessoa, que, curioso, com as duas mãos, tomei um deles
aconchegando-o ao meu peito, adorando-lhe a pequenez, a mansidão, a entrega e
confiança que o mesmo depositara em mim, me abraçando com os frágeis membros e
descerrando as garrinhas para não cair do meu abraço, e que, afinal, me
espetavam a blusa com aquele instintivo ato de defesa e de sobrevivência para
firmar-se no meu peito, em minhas mãos, representando abraço terno e carinhoso.
Fora quando, então, eu estivera a contemplar seus brilhantes olhos:
verde-azulados, com suas pupilas em linha vertical, pupilas que só se tornam
redondas à noite quando acusam menos luz do ambiente que lhe cerca.
Era curioso - e ao mesmo tempo estranho observar naqueles seus
espertos olhos vítreos, que me fitavam também - como a genética do mesmo pudera
tudo desenhar, e construir, com maestria e precisão, todos aqueles atributos do
novo componente da espécie, até mesmo os seus instintos, que, evidentemente, se
aliam a uma pequena consciência e a uma inteligência também rudimentar,
vacilante, de parecença a relâmpagos conceituais, a crescer e a se desenvolver
mais amplamente no decurso do tempo, até os máximos de uma inteligência contínua,
tal como a nossa mesma: de permanente dinâmica processual.
Mas o que mais me impressionara naquele Ser pequenino, era a
perfeição dos seus iluminados e belos olhos de cores associadas ao verde, ao
azul, olhos que se revelam como possíveis janelas da alma, do Ser principiante,
e , contudo, Principal.
Como se refere o notável biólogo Rupert Sheldrake, em “Diálogos Com
Cientistas e Sábios” (Renée Weber – Cultrix), é preciso que nossos cientistas
deixem de supervalorizar as atribuições do ADN, argüindo e pensando,
equivocadamente, que tal ADN fora capaz de tudo produzir de nós mesmos, e, no
caso em questão, do peludo e belo gatinho que eu segurava em minhas mãos,
caracterizando espécie de evolução mediana: de instintos e inteligência que
ainda avançam no curso do tempo e da vida que se segue ininterrupta para todos
nós.
E, portanto, nossos cientistas do futuro, e mesmo alguns do
presente, já antevêem que a vida não pode ser fruto tão só do ADN, ou, como
crêem alguns outros: fortuita e casual, pois que a vida é complexa demais para
dispensar um Princípio ordenador, quiçá semimaterial, como forma organizadora do
soma biológico, cuja razão e cuja lógica se nos mostra cotidianamente, pois que
se nos revela de todo o sempre, bastando se queira ver, tendo humildade para
perceber.
A vida, pois, não pode ser obra do acaso, tão inteligente e tão
relevante quanto é, exigindo, pois, Algo que a sustente em sua trajetória
terrestre, Algo não detectável pela vista humana, porém, Algo que é fato
concreto, fato diretriz fundamentalmente real.
E, por isto, aprecio a sinceridade dos que reconhecem,
humildemente, o quão pouco sabe o homem da natureza, e, por conseguinte, o quanto
se tem de pesquisar e de fazer avançar nossos conhecimentos, indagações, bem
como nossas mais íntimas percepções, fruto da intuitividade supra-racional.
E daí, recordarmos, mais uma vez, o ‘campo morfogenético’ de Rupert
Sheldrake (obra citada), como campo ordenador e mantenedor da vida, a que
outros estudiosos, de forma igual, postulam como corpo espiritual ou
perispirítico da conceituação doutrinária de Allan Kardec; este mesmo campo que
nos sustenta: que orquestra e orquestrara o material genético daquele gatinho à
sua forma biológica organizada, bio-psíquica, repleta de instintos, de alguma
cognição, de sua atual e vivente representatividade no Mundo.
Representatividade, que o mundo moral humano - sobretudo dos mais
sensíveis, mais excelentes e mais evoluídos - percebe com a ótica da gratidão,
do amor, da proteção; enxerga com os olhos dos ambientalistas e dos
ecologistas, que compreendem, em toda forma viva do Mundo, um Ser inestimável,
insubstituível, que deve ser Protegido e Preservado pela Lei, que, a meu ver,
dito comportamento ético resulta de uma Lei Maior, Lei a que todos intuímos e
constatamos em nossa própria Consciência, pois que todas as criaturas, de todos
os reinos da natureza, são criaturas de Deus, e haveremos de responder por tudo
quanto fazemos ao nosso irmão, e, inclusive, ao mais pequenino deles, como o
referido e manso gatinho do presente Capítulo defensório do mundo animal.
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Capítulo 5
MENTALIDADES DO
EVANGELHO
E Jesus, prevendo a
deturpação do seu Evangelho, nos prometera enviar “O Consolador”, ou seja: o
Cristianismo Redivivo, hoje consolidado pelo que se conhece como Espiritismo,
ou seja, como Doutrina dos Espíritos Superiores.
Mas por que tantas
interpretações (humanas) da palavra do Nazareno? Interpretações católicas, pentecostais,
espiritistas, e etc. Este último, no qual nos enquadramos, admite a
reencarnação como um processo evolutivo do Ser imortal, palingenésico: do átomo
ao arcanjo, a Jesus, o “UNO” ao ingênito Criador.
Porém, se em termos
filosóficos temos nossas diferenças, diga-se, afinal, que em termos espirituais
nós não podemos e não temos como nos diferir, pois o ‘Lema Evangélico’ é um só,
tratando-se, pois, do:
“Amai-vos uns aos
outros, assim como Eu vos amei”.
(Jesus).
Mas a Ciência, bem
como o Espiritismo, tem acenado com uma explicação para as nossas divergências,
que, certamente, residem em nossas diferenças evolutivas, de alcances intelecto-morais
já estruturados, ou, que se vão estruturando, lentamente, em nosso complexo mental,
ou, espiritual.
Vamos a tais
diferenças, pois!
Na obra “No Mundo
Maior” (Francisco Cândido Xavier – 1947 - Feb) seu erudito autor – André Luiz -
esclarece que mais da metade dos Espíritos reencarnados no Mundo terreno tem a
“Mente fixa na região dos movimentos instintivos”, encontrando-se, o seu
psiquismo, pois, no que ele descreve ser: “infância do conhecimento”, e que, de
passo em passo, evoluindo, alcançará - como parte da humanidade já alcançou - mais
perfeito trabalho de seus dotes cognitivos, enquadrando-se, agora, pois, no que
ele denomina: “razão particularista”, que, por sua vez, albergará novos
progressos ainda se alçando à “super-consciência”, de elementos mais sábios
ainda e tão pouco numerosos no Mundo terreno.
Com base em tais
assertivas, o brilhante Rino Curti, (“Espiritismo e Conhecimento” – Lake) levanta
a hipótese de que mais ou menos:
-Sessenta por Cento (60%)
da humanidade esteja na Pré-Lógica, ou, na infância do conhecimento;
-Trinta e Sete por
Cento (37%) já se alçara à Razão concreta, ou particularista, como também citada;
e,
-Três por Cento (3%) tem
atuações ao nível superior, do que se descreve e se entende como Inteligência
Formal, ou mesmo, da Super-Consciência.
No campo da mais alta
intuitividade, dita classificação, não tanto no campo numérico, mas no da
conceituação, recebera do gênio intuitivo Pietro Ubaldi similar confirmação; e,
no campo acadêmico, Piaget constatara parecidíssima conceituação em suas
memoráveis pesquisas com o desenvolvimento da Inteligência humana desde o
nascituro, a cuja nova Ciência denominara: ‘Epistemologia Genética’, de
seguinte terminologia:
-Inteligência
Pré-Lógica: de primárias operações lógicas;
-Inteligência
Concreta: de lógica um tanto mais avançada; e:
-Inteligência Formal:
de lógica superior, que opera sobre hipóteses e possibilidades complexas,
construindo teorias e trabalhando sobre sistemas matemáticos diversificados, e outras
coisas de tal plano mental mesmo.
De modo genérico,
vejo que a Pré-Lógica reflete o obscurantismo de imensa maioria dos nossos pares
com suas posturas rasteiras, acanhadas e desprovidas de mais perfeita lógica,
denotando, portanto, um tipo intelectual notoriamente Simplista, deixando-se
ludibriar por inverdades, magias e coisas irreais, tendo, pois, baixa
compreensão de tudo, de bons estudos científicos, bem como de leis concernentes
ao plano terreno, físico e biológico, ou mesmo: conceitual, ou, espiritual.
No tocante à
Inteligência Racional, ou Concreta, vejo que os elementos dela portadores fazem
um bom uso da razão, do raciocínio lógico e de suas leis, mas que ainda
ascenderá para uma sua mais vasta expressão, ou seja, a Formal, em que seus
elementos são dotados de uma novíssima mentalidade, pois que operam o
raciocínio teórico ou hipotético-dedutivo, e que, por isso mesmo, fizeram e
estão fazendo a mais vasta reformulação do conhecimento, sobretudo nos dois
últimos Séculos.
Estes, pois,
notoriamente Experientes nos caminhos da evolução, avizinham-se, ou trabalham,
como queiram, a Super-Consciência, consagrando-se em sabedoria e moralidade,
permitindo-lhes mais vasta compreensão das coisas, do Mundo e do Universo, e de
tudo o mais.
Tais ilações nos permitem
o entendimento de que nossa humanidade constitui-se, de fato, de um psiquismo
variadíssimo, onde um plano de conhecimento entrosa-se (--->) com outros (<---) de maior ou de menor alcance
intelectivo formando uma miscelânea cognitiva bastante interessante:
(--->)
(--->)
Pré-Lógica - Inteligência
Concreta - Inteligência Formal
(<---) (<---)
Onde suas
inteligências se entrosam para o progresso mútuo incorporando aspecto cognitivo
e axiológico dos mais interessantes, em cujo bojo, Espelho de Comportamento
Mental, e Moral, está o Modelo-Mor, ou seja, o das Normas contidas no Livro
proposto pelo Grande Mestre da Humanidade terrena:
“Jesus Cristo”!
Com Ele, certamente:
não temos como falhar em nossa imensurável trajetória evolutiva; pois, com Ele,
como dito em seu inesquecível Evangelho, não há meio termo, não há falha possível
de se entrever, pois:
“Eu sou o
Caminho, a Verdade e a Vida: ninguém vai ao Pai, senão por Mim”. (Jesus).
= = = = = =
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Fernando Rosemberg Patrocinio
Fundador de Núcleo Espírita Cristão; Articulista; Coordenador de Estudos
Doutrinários; Palestrante e Escritor com dezenas de e.Books gratuitos
instalados em seu blog abaixo transcrito.
Bibliografia
-“Obra Completa de Allan Kardec”: (Diversas Editoras);
-“Obra Completa de Chico Xavier”: Divs. Editoras; Internet,
com destaque para ‘Série André Luiz’ (Feb);
-“Obra Completa de Pietro Ubaldi”: (Fundapu);
-“Espiritismo e Conhecimento”: Rino Curti (Lake);
-“Todos os Animais
Merecem o Céu”: Marcel Benedeti (Mundo Maior Editora);
-“Diálogos Com
Cientistas e Sábios”: Renée Weber (Editora Cultrix);
-“Os Quatro Evangelhos”: Revelação da Revelação – Jean Baptiste
Roustaing (Feb);
-“O Novo Testamento” – Tradução de H. D. Dias – (Conselho Espírita
Internacional);
-“Bíblia Sagrada”: Versões
Católica e Pentecostal.
LISTAGEM DOS e.BOOKS DE:
Fernando Rosemberg Patrocinio
01-Ciência Espírita: Tese
Informal;
02-Espiritismo e
Progressividade;
03-Espiritismo e
Matemática;
04-Mecanismo
Ontogenético;
05-Espaço-Tempo: Física
Transcendental;
06-Corrente Mental;
07-Pietro Ubaldi e Chico
Xavier;
08-Filosofia da Verdade;
09-Axiologia do
Evangelho;
10-Espiritismo e
Evolucionismo;
11-Fatos e Objeções;
12-O Médium de Deus;
13-A Grande Síntese e
Mecanismo;
14-Evangelho da Ciência;
15-Codificação Espírita:
Reformulação;
16-Kardecismo e
Espiritismo;
17-Geometria e Álgebra
Palingenésicas (web artigos);
18-Maiêutica do Século
XXI;
19-Espiritismo:
Fundamentações;
20-Ciência de Tudo:
Big-Bang;
21-Evolução: Jornadas do
Espírito;
22-O Homem Integral
(Reflexões);
23-Espiritismo e
Filosofia;
24-André Luiz e Sua-Voz;
25-O Livro dos Espíritos: Queda Espiritual;
26-Evidências do
Espírito;
27-Construção
Bio-Transmutável;
28-Mediunidade Genial (web-artigos);
29-Conhecimento e Espiritismo;
30-O Paradigma Absoluto;
28-Mediunidade Genial (web-artigos);
29-Conhecimento e Espiritismo;
30-O Paradigma Absoluto;
31-O Fenômeno Existencial;
32-Chico-Kardec: Franca Teorização;
33-O Maior dos Brasileiros;
34-Espiritismo: Síntese Filosófica;
35-O Livro dos Espíritos: Simples e Complexo;
36-O Livro dos Espíritos: Níveis Filosóficos;
37-Temas da Verdade Espírita;
38-Geometria Cósmica do Espiritismo;
39-Matemática da Reencarnação;
40-Kardec,
Roustaing e Pietro Ubaldi; e:
41-Espiritismo
e Livre Pensamento;
42-Síntese Embriológica
do Homem;
43-Jean-Baptiste
Roustaing: Réplica Primeira;
44-Jean-Baptiste Roustaing:
Réplica Segunda;
45-Jean-Baptiste Roustaing: Réplica Terceira;
46-Consenso Universal: Tríplice Aspecto;
47-Método Pedagógico dos Evangelhos;
48-Cristo: de Roustaing a Pietro Ubaldi;
49-Estratégias da Revelação Espírita;
50-Trilogia Codificada e Rustenismo;
51-Cosmogênese do Terceiro Milênio;
52-Tertúlias Multidimensionais;
47-Método Pedagógico dos Evangelhos;
48-Cristo: de Roustaing a Pietro Ubaldi;
49-Estratégias da Revelação Espírita;
50-Trilogia Codificada e Rustenismo;
51-Cosmogênese do Terceiro Milênio;
52-Tertúlias Multidimensionais;
53-Cristianismo: Teologia
Cíclica;
54-Análise de Temas Codificados;
55-Deus: Espírito e Matéria;
56-Razões e Funções da Dor;
57-Emmanuel: Insigne Revelador;
58-A Queda dos Anjos;
59-Homem: Vença-te a Ti Mesmo;
60-Evangelho: Evolução Salvífica;
61-O Espírito da Verdade;
62-Balizas do Terceiro Milênio;
63-Sentimento: Molde Vibrátil de Ideias;
64-Ciência do Século XX;
65-A Revolução Ética.
(Tais e.Books foram produzidos de 2010 a 2018).
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Blog: Filosofia do Infinito
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